Após a exposição das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora do Brasil, o Diác. Luciano Lima, apresentou o texto do Plano Pastoral Arquidiocesano que tem por nome “Plano Arquidiocesano da Ação Evangelizadora”, que estará em vigor durante o triênio de 2020-2023, após aprovação entre todos os presentes.

O objetivo geral do Plano Arquidiocesano da Ação Evangelizadora é: EVANGELIZAR no Brasil cada vez mais urbano, pelo anúncio da Palavra de Deus, formando discípulos e discípulas de Jesus Cristo, em comunidades eclesiais missionárias, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, cuidando da Casa Comum e testemunhando o Reino de Deus rumo à plenitude.

Para isso, é necessário assumir os compromissos apresentados para as dimensões Arquidiocesana, Vicarial e Paroquial, sobre os pilares da Palavra, do Pão, da Caridade e do Estado Permanente de Missão, primando, pela evangélica opção preferencial pelos pobres.

A Ação Evangelizadora também possui por objetivo valorizar a família, desde o seu processo inicial, considerando-a como, SANTUÁRIO DA VIDA, portanto, é necessário que seja acompanhada e amparada nos momentos de dificuldade, assim como a promoção da cultura e defesa da vida em todos os seus estágios, reforçando a catequese matrimonial, criando um ambiente profícuo para a valorização da Igreja Doméstica.

A juventude possui caráter de compromisso permanente, na Ação Evangelizadora, sendo incentivado a presença da Igreja nos redutos onde os jovens estão presentes, acolhendo os diversos carismas e orientando nas questões relativas à fé e incentivando a missão jovem.

Para tal empreitada, a comunicação deve ser ferramenta de extrema importância para reforçar o elo entre a diretriz e a prática, favorecer o diálogo entre a Igreja e o mundo, por meio das novas tecnologias.

A Igreja deve comprometer-se com os ecossistemas naturais das diversas regiões da Arquidiocese. Encorajando o laicato a assumir sua posição pública e política pela defesa da vida e do bem comum, promovendo formações nos direcionamentos da Doutrina Social da Igreja.

Buscando superar a “cultura do descartável”, sob os novos moldes sociais que se desenham diante do atual cenário pandêmico, formando uma Igreja sinodal, tornando os organismos geradores de comunhão e participação, presenças vivas e atuantes na Igreja particular, além da formação de uma comissão para revisão e atualização do 1º Sínodo Diocesano