Na manhã desse sábado, 21/11, se iniciou espaço do novo Mediterrâneo, a VII Assembleia Arquidiocesana de Pastoral da Arquidiocese de Vitória da Conquista.

Depois da Oração das Laudes, o Diác. Luciano Lima, apresentou o breve histórico da organização Pastoral na Arquidiocese, logo depois, o Mons. Gerson Bittencourt fez uma motivação sobre o temática do Pão, da Palavra, da Caridade e da Missão e por fim, Dom Josafá Menezes da Silva, Arcebispo Metropolitano apresentou os sete passos com que se seguirá nessa assembleia.

  1. “Onde estamos”.

Levantamento de dados da situação cultural, econômica, social, política e ecológica.

“No âmbito religioso, a eficácia da ação pastoral depende do conhecimento do próprio contexto, da experiência religiosa e eclesial […] uma avaliação da própria caminhada ou do plano pastoral vigente” (DGAE 2011-2015,n.127).

Assembleias dos Vicariatos: 03/10 – Vicariato São João Evangelista, em Macarani; 10/10 – Vicariato São Mateus, Belo Campo; 17/10 –Vicariato São Lucas, Igreja Nossa Senhora das Graças em Vitória da Conquista e 24/10 – Vicariato São Marcos em Poções.

Nos vicariatos, tivemos uma memória da Caminhada Pastoral, com história pastoral de cada vicariato e as fontes espirituais nos padroeiros das paróquias e os evangelistas, patronos dos vicariatos, como fonte de motivação pastoral. O segundo momento o Estudo do Anteprojeto do Plano Pastoral e uma partilha de pontos indicativos para prioridades e compromissos dos pilares da DGAE 2019-2023.

2) Onde precisamos chegar como discípulos missionários, continuadores da obra de redenção de Cristo. A vida e missão do discípulo missionário de Jesus Cristo consiste no exercício do tríplice ministério: Palavra, Liturgia e Caridade, traduzidos pelas DGAE 2019-2023 em quatro pilares (Pilar 1: Palavra – Iniciação à Vida Cristã e Animação Bíblica; Pão – Liturgia e espiritualidade; Caridade – Serviço à vida plena e Missão – Estado permanente)

Nós estudamos e estamos trabalhando para compreensão desses pilares, Indicações de prioridades e compromissos a partir dos pilares.

3) Nossas urgências pastorais no contexto atual. Cada Igreja particular deve averiguar em que medida estas urgências correspondem aos desafios reais de seu contexto (n. 131).

4) O que queremos alcançar. As DGAE propõem um “objetivo geral”. Seguir as diretrizes gerais revela um espírito de busca de uma maior vivência de comunhão entre as igrejas particulares de efetivação da pastoral orgânica e de conjunto. A comunhão interpela e estimula também cada Igreja particular a elaborar os seus próprios objetivos e planos pastorais, sem prejuízo de sua autonomia, em sintonia com os planos pastorais do Conselho Episcopal Regional e sua assembleia (n. 132).

5) Como agir. Historicamente, as DGAE têm oferecido alguns referenciais. ”à luz do Concílio Vaticano II, por algumas décadas, seis dimensões da ação pastoral”: comunitário-participativa; missionária; bíblico-catequética; litúrgica; ecumênica e do dialogo inter-religioso; sócio-transformadora; nos últimos tempos, inspiradas em EN, quatro exigências, serviço, diálogo, anúncio e testemunho de comunhão (n. 133).

DGAE 2019-2023 – Anúncio do Evangelho de Jesus Cristo – Cap. I

 “No momento atual, pelo qual passam o mundo e o Brasil, a conversão pastoral se apresenta como desafio irrenunciável. Esta conversão implica a formação de pequenas comunidades eclesiais missionárias, nos mais variados ambientes, que sejam casas da Palavra, do Pão, da Caridade e abertas à Ação Missionária. Essas comunidades podem oferecer, nesse contexto, meios adequados para o crescimento na fé, para fortalecimento da comunhão fraterna, para o engajamento de seus integrantes na missão e para renovação da sociedade” (N.33).

6) O que vamos fazer – responder às urgências pastorais. Cronograma de ação, agrupar em programas que se transformem em projetos que tenham as suas “metas” (o quê), “passos” (como), “responsáveis” (quem), “recursos” (com quê), “data” (quando) e lugar (onde) (N. 136).

7) Renovação das estruturas – pensar os organismos de articulação (assembleias e conselhos), os mecanismos de coordenação (equipes de coordenação de âmbitos eclesiais e de serviços específicos) e os primeiros responsáveis (bispo, pároco, diáconos, coordenadores)